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A AGLP assina novos protocolos Imprimir e-mail
24-Jun-2010

ProtocolosO Instituto de Investigação e Desenvolvimento em Política Linguística (IPOL) com sede em Florianópolis, Santa Catarina, a Associação Brasileira de Linguística (ABRALIN) com sede em Curitiba, Paraná e o Centro de Estudos de História do Atlântico (CEHA), sediado no Funchal, Madeira, são as instituições que mais recentemente têm assinado Protocolos de Colaboração e Apoio Recíproco com a Academia Galega da Língua Portuguesa.

O IPOL é organismo assessor do Governo Federal do Brasil, com grande experiência na gestão e assessoramento em línguas e um amplo catálogo de publicações. O seu presidente, Gilvan Müller de Oliveira, participou em 7 de abril de 2008 na Conferência Internacional sobre o Acordo Ortográfico, na Assembleia da República de Portugal.

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Pleno da AGLP e apresentação de novas publicações Imprimir e-mail
24-Jun-2010

AGLPO próximo 26 de junho, de manhã, terá lugar em Compostela uma reunião do Pleno da Academia Galega da Língua Portuguesa. A assembleia será aberta pelo seu presidente, Prof. José-Martinho Montero Santalha e contará com a participação da maior parte dos académicos e académicas. No fim da reunião realizar-se-á um jantar num local da cidade.

Já de tarde está preparada apresentação de duas recentes publicações em colaboração com a Academia:

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José Saramago (1922 – 2010) Imprimir e-mail
22-Jun-2010

José Saramago

 José Saramago (1922 – 2010)

A Academia Galega da Língua Portuguesa quer expressar as suas condolências pela morte, o passado dia 18 de junho, do escritor e intelectual português José Saramago, segundo prémio Nobel da Lusofonia e autor, entre outros, dos formosos romances O Ano da Morte de Ricardo Reis (1984) e O Evangelho segundo Jesus Cristo (1991).

 

 

Não me Peçam Razões - José Saramago, in "Os Poemas Possíveis"

 

Não me peçam razões, que não as tenho,

Ou darei quantas queiram: bem sabemos

Que razões são palavras, todas nascem

Da mansa hipocrisia que aprendemos.

Não me peçam razões por que se entenda

A força de maré que me enche o peito,

Este estar mal no mundo e nesta lei:

Não fiz a lei e o mundo não aceito.

Não me peçam razões, ou que as desculpe,

Deste modo de amar e destruir:

Quando a noite é de mais é que amanhece

A cor de primavera que há-de vir.

 
Protocolo assinado com o IFLB Imprimir e-mail
23-Mai-2010

Instituto de Filosofia Luso-BrasileiraA AGLP e o Instituto de Filosofia Luso-Brasileira assinaram um Protocolo de Colaboração e Apoio Mútuo.

O Acordo, rubricado pelo Presidente e o Secretário da Direção do IFLB, José Esteves Pereira e António Braz Teixeira, tem, entre os seus objetivos "A programação de estudos, investigações, atividades de formação e divulgação, especialmente no que se refere à língua portuguesa e à lusofonia". 

O IFLB, criado em Lisboa em 1992, é uma das mais prestigiadas instituições filosóficas do mundo de língua portuguesa e tem promovido, ano após ano, a realização de cursos e de colóquios, bem como a publicação de obras de filosofia lusófona.

 
Lançamento da página web do Centenário Carvalho Calero Imprimir e-mail
14-Mai-2010

carvalhocalero2010.net

A Biblioteca Ângelo Casal será o lugar de apresentação da página web informativa e comemorativa do centenário do professor Ricardo Carvalho Calero. Promovida por diversas entidades culturais como a Associaçom Galega da Língua, a Mesa pola Normalización Linguística, Fundaçom Artábria, Associação Cultural Pró AGLP, Local Social Aturuxo e Centro Social Gomes Gaioso e o Instituto Cultural Brasil-Galiza, o ato de lançamento terá lugar o sábado 15 de maio às 13 horas, na Avenida João XXIII de Compostela.

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Crónicas do Brasil: A ABL e o Real Gabinete Português de Leitura Imprimir e-mail
05-Mai-2010

ABL e RGPLA verdadeira viagem não acaba nunca, e muito menos acaba quando o corpo regressa ao lugar de partida. O meu corpo chegou no dia 12 de Abril, e desde esse dia até o 22 esteve a gravitar por algum lugar afastado de minha consciência. Hoje, dia 22, acordei e vi que tudo estava no seu lugar. Beijei minha filha, ouvi cantar o galo da Amaia, e abri as Memórias Inventadas de Manoel de Barros. Bendigo hoje esse nome, ‘Manoel’, com ‘o’, que normaliza os meus amigos da infância e naturaliza as minhas falas.

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